21 abril 2017

Vol-au-vent de bacalhau e camarão

Um destes dias o "piolho encardido" estava como se o mundo fosse acabar naquele dia. Trombado, frustrado e muito zangado. Estávamos a jantar e ao ver a cara dele assim e a saber o porquê, deu-me uma enorme vontade rir, e soltei uma das minhas gargalhadas. Ele ficou mais chateado ainda. Eu só lhe disse, que ele tinha 11 anos e ainda tinha tempo para perceber realmente as coisas que são importantes na vida. E enquanto lhe murmurei essa frase pensei na minha mãe que no dia a seguir ia para o hospital ser submetida a mais uma cirurgia, e isso sim, isso é que era importante. Ajudá-la, apoiá-la e que o destino a  trouxesse de volta a casa sã e salva. Tudo o resto são pormenores insignificantes nesta vida que tem tantas coisas boas e outras más que realmente valem a pena, pular de alegria ou sofrer por elas. Ao fim dos anos se levarmos uma vida com otimismo, serenidade, sermos gentis para com o próximo, ajudarmos os nossos entes queridos e os outros também, tudo isso se reflete no nosso rosto, tornando as nossas rugas de expressão num rosto com sorriso constante e de gargalhada fácil. Todos os outros carregam o peso da maldade, e nunca serão felizes mesmo com as coisas boas da vida. Eu não quero ser assim nunca! A minha mãe está bem! Agradeço aos Deuses que me protegem embora eu ainda os procure. Bom fim-de-semana!

18 abril 2017

Trufas de cacau e amêndoas

Já é a segunda vez que faço esta receita da Sarinha, e ela é testemunha. São tão boas que tive de fazer duas vezes só para ter mesmo a certeza. São saudáveis e tão fáceis de fazer que vão querer repetir todas as semanas.

17 abril 2017

Penne de azeitona com bacalhau, pimento amarelo, anchovas e broa de milho

Estava aqui a pensar em como adoro Lisboa, apesar de me cansar por vezes de ter de andar no meio de tanta gente, tantos turistas, tanto trânsito, tanta confusão. Todos os dias apanho 3 transportes para o trabalho. Uma parte de carro e as outras duas de transportes públicos. Uma canseira diária, por isso tenho a dizer que estes dias de descanso em casa me souberam pela vida. Esta coisa de não ter nada planeado, de poder dormir umas sonecas no sofá com o meu cão e sem horas para nada, a não ser a ida ao yoga que adoro de paixão. Posso concluir que aproveitei bem estes dias, agarrando-me às coisas boas da minha vida e jogando para o lixo tudo aquilo que não me serve para nada. Pois é, a partir do momento que começamos a pensar mais em nós, há toda uma felicidade que julgávamos nunca vir a sentir, por isso nunca me senti tão em paz comigo própria. Agora fiquem com uma receita tão boa quanto simples, com o sabor  das anchovas que perfumam muito discretamente o prato e sem ninguém dar por elas. Boa semana!


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